terça-feira, 29 de novembro de 2016

São as pessoas, estúpido!

Estaremos sempre buscando aproximar marcas de pessoas. E são pessoas de carne e osso

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Aplicativos são meios preferidos para pagar despesas de transporte




Estudo Mobilidade Alelo comprova a importância dos smartphones na vida das pessoas

 por VINÍCIUS NOVAES          publicado em 21 de novembro, 2016
mobileappUm estudo realizado pela Alelo revelou que 73% do trabalhadores brasileiros gostariam de pagar as despesas de transporte com aplicativos. Entre aqueles que recebem vale-combustível, 86% dos entrevistados dizem que prefeririam usar apps para quitar as contas. A preferência por esse modelo de pagamento predomina principalmente na classe A, entre os jovens e usuários de todas as modalidades de transporte.
Outro dado revelado pela pesquisa Mobilidade Alelo, realizada com o objetivo de verificar os hábitos de transporte e de trabalho, é que o tempo médio para se deslocar do trabalho para casa, e vice-versa, é de 40 minutos em média.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Novo ambiente para o consumo

Por Alexandre Rodrigues
Resultado de imagem para tem açucarDois anos atrás, a designer carioca Camila Carvalho tinha um projeto para um site de compartilhamento e precisava de um desentupidor de pia. Da situação nasceu o Tem Açúcar?, rede social com uma missão: aproximar quem precisa de algum objeto e quem, na vizinhança, pode emprestá-lo de graça. “Comecei a fazer um curso de designer em sustentabilidade e a estudar economia colaborativa e economia do compartilhamento. Já havia coisas similares fora e pensei: por que não tem nada assim no Brasil?”, diz.
Com 78 mil usuários cadastrados, dos quais 50% já usaram o serviço, o Tem Açúcar? promove a ideia de que é preciso consumir menos. Não está sozinho. Novas formas de consumo, como a retomada da produção artesanal e a “economia do compartilhamento”, levam ao nível individual a discussão sobre as consequências de cada compra.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Trabalhar com marketing e comunicação é…

Profissionais da área têm que fazer verdadeiro equilibrismo para gerenciar as demandas que vêm de todos os lados

video_equilibrandopratos_575-300x157Trabalhar em marketing e comunicação dentro de uma empresa é a arte de equilibrar um monte de pratos ao mesmo tempo, muitos deles que você nem sabe que são seus… e cada dia chega um prato novo… e você tem que manter os outros rodando… num ambiente em que tudo muda o tempo todo… pintou uma coisa diferente e você não sabe quem é o dono? Põe na Consul, manda para marketing… 


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Adobe quer ser conhecida pelos profissionais do marketing no Brasil

Gabriela Vieira afirma que a empresa oferece ferramentas que unem criatividade e performance

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Como contratar o chatbot ideal para a sua empresa? – Parte I

por Marcelo Arakaki           publicado em 11 de novembro, 2016
Resultado de imagem para chatbotVivemos a era da troca de mensagens instantâneas. De acordo com um estudo divulgado pela Mobile Ecosystem Report, 96.2% dos entrevistados brasileiros afirmaram utilizar o chat diariamente e o consideram um excelente canal de comunicação. Praticamente metade dessas pessoas utilizam esse meio no relacionamento com as empresas.
Devido a essa popularidade e aceitação, muitas corporações implementaram os chatbots. Desde então, eles tornaram-se um canal alternativo de comunicação e interação com seus clientes na área de atendimento, com o objetivo de proporcionar mais agilidade e assertividade nos resultados do call center.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Trump: mais um furo das pesquisas?

Talvez nossa maneira de medir o “impacto” de uma campanha também esteja correndo o risco de ficar rapidamente desatualizada

A vitória de Trump é mais um sintoma da profunda insatisfação do cidadão médio com a distribuição desigual das benesses da globalização, potencializada pelas novas formas de produzir e distribuir informação além do controle das instituições tradicionais (e dos departamentos de marketing das grandes corporações). E ela traz uma advertência: talvez nossa maneira de medir o “impacto” de uma campanha também esteja correndo o risco de ficar rapidamente desatualizada.