quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Ferramenta de transformação

“A publicidade é uma das mais poderosas ferramentas de mudança que ainda temos nas nossas mãos. Feita de maneira certa, ela muda sim muitas coisas. Feita da forma errada, pode causar muito prejuízos”

REGINA AUGUSTO| »27 de Outubro de 2014 08:01

A publicidade é uma das mais poderosas ferramentas de mudança, diz José Miguel Sokoloff, da Lowe/SSP3  Crédito: Divulgação Na semana passada, Scott Robert Hansen, um homem de nacionalidade australiana foi detido e condenado a dois anos de prisão pelo tribunal de Brisbane por crime de pedofilia. O desfecho faz parte de uma operação iniciada há cerca de um ano pela ONG holandesa Terre des Hommes que identificou mil indivíduos dispostos a pagar para ver uma criança de dez anos em atos sexuais em frente a uma webcam. A identidade deles foi entregue à Interpol em novembro.
O movimento para atrair e identificar predadores sexuais infantis na internet foi feita por meio de Sweetie, uma criança filipina criada virtualmente, que foi abordada online por homens de 71 países. Apesar de neste caso a vítima não existir, fato que o tribunal considerou irrelevante, Hansen acreditou que estava em contato com uma menina de dez anos, o que perante a lei é suficiente para se falar em crime.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O resultado da eleição nas redes sociais

Disputa à Presidência da República rendeu mais de 674 milhões de interações no Facebook; no Twitter, 3 milhões de postagens foram feitas apenas nesse domingo, 26

| » 27 de Outubro de 2014 12:22

Perfil oficial de Dilma Rousseff comemorou a vitória com mensagem para os seguidores no Twitter Crédito:  Reprodução/TwitterUma eleição de recordes. A disputa presidencial no Brasil, que foi encerrada nesse domingo, 26, com a reeleição da presidente Dilma Rousseff, entra para a História como a eleição com maior número de interações no Facebook, em todo o planeta.


Considerando todo o período da campanha – de 6 e julho a 26 de outubro – o Facebook contabilizou um total de 674,4 milhões de interações. O número supera o recorde anterior, registrado nas eleições da Índia, que haviam conseguido um marco de 227 milhões de interações.

Veja o post completo em: http://grupom.com.br/o-resultado-da-eleicao-nas-redes-sociais/

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Todos os caminhos levam ao consumidor

Shopper Marketing Conferece & Expo discute a importância e o desafio do ominichannel

Roseani Rocha| »22 de Outubro de 2014 16:30
A Shopper Marketing Conference & Expo foi aberta nesta terça-feira, 21, em Minneapolis, com três grandes seminários dos quais um destacou as estratégias de grandes marcas no chamado Ominichannel. Representantes de Target, Walmart, Amazon e da Shopper Experience compartilharam suas experiências. Brian DeLong, senior vice-president da Shopper Experience, destacou o quanto o digital está mudando a forma como as pessoas compram e apontou a Macy’s como uma das marcas que melhor usam o ominichannel.
Amazon está investindo na venda de alimentos com o Amazon Dash  Crédito: Reprodução Apesar de ser considerado importante para o crescimento das marcas, muito dos investimentos feitos ainda não se pagaram, segundo dados da NRF, associação americana do varejo. Mesmo assim, as empresas não têm outro caminho senão o de seguir investindo, uma vez que o cliente que utiliza múltiplos canais quer experiências únicas, fáceis e acessiveis. Aos varejistas, aconselhou que entendam quem eles são, porque a razão deles de ser deve corresponder à do cliente para comprar. As marcas, afirmou DeLong, devem criar experiências que o consumidor sinta que valem a pena e pensar em inovação como ato contínuo.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Facebook incita choque político, diz estudo

Pesquisa do Pew Research com americanos mostra que uso da rede como fonte altera compreensão média do noticiário

| » 22 de Outubro de 2014 09:55
facebook_curtirSegundo um novo estudo do Pew Research Institute, o Facebook é a segunda maior fonte de informações de americanos. Só perde para a televisão local. Nesse sentido, a rede social tende a replicar a opinião recomendada por afinidade sem refletir, necessariamente, a variedade do debate no espectro político.
Segundo os pesquisadores, o crescimento do Facebook como plataforma para leitura de noticiário político contribui para a maior polarização ideológica americana, já que o feed da plataforma é guiado por amigos, parentes e conhecidos. “Quando se trata de conseguir informações sobre política e governo, liberais e conservadores habitam mundos diferentes. Há pequena sobreposição de fontes de notícias para as quais se voltam que são confiáveis”, diz o estudo.

Caminhos para o premium

Conteúdo, contexto, dados e escala são palavras-chave para um case eficiente

Por Bob Lord, para o Advertising Age*
Apps-digital-content1A definição de premium depende de quem responde. Para alguns, significa simplesmente anúncios que aparecem em sites bem conhecidos e seguros. De preferência em homepages. Para outros, trata-se de um formato criativo e atraente que chama a atenção e engaja a audiência. Sem banners ou botões, acrescente-se. Ambas as definições estão corretas, claro. E erradas.

Um verdadeiro anúncio premium – aquele que envolve o público certo, no lugar certo e na hora certa – depende muito do cruzamento de contexto e conteúdo. O anúncio mais bem inserido do mundo não significa nada se ninguém clica nele ou nem o nota. E certamente a criatividade pode ser desperdiçada se um anúncio com potencial de engajamento é publicado nos confins do universo digital ou posicionado ao lado de algum conteúdo inapropriado.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Poder em dose dupla

Por Monica Gugliano | Para o Valor



Dilma: Constituinte para fazer reforma política e tratar da reeleição
Dilma: Constituinte para fazer reforma política e tratar da reeleição
Aos gritos de “uh, tererê!”, entoados como um cântico de guerra, “vossas excelências” desabafavam, sob o peso do cansaço, no plenário da Câmara dos Deputados. Naquela noite de casa cheia, em 28 de janeiro de 1997, 336 parlamentares acabavam de dizer “sim” à emenda constitucional 16, que autorizava a reeleição para os ocupantes de cargos no Poder Executivo. A votação ainda deveria ser confirmada – mais uma vez pela Câmara e duas vezes pelo Senado.







 Mas, àquela altura, nem mesmo um terremoto poria abaixo a obra que resultara da complexa operação de engenharia política. Dezessete anos depois, a reeleição continua de pé, mas candidatos da oposição sugeriram derrubar a obra. Nesta campanha eleitoral, apontaram falhas na estrutura, rachaduras nos preceitos e buracos nos sistemas de controle. Propõem fazer uma reforma política e passar de quatro para cinco anos o mandato dos ocupantes de cargos no Executivo. “Seria uma operação de engenharia política reversa. Tão complexa, mas tão complexa que não vejo a menor condição de que possa ser executada”, diz o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda.



segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Uma eleição que entra na história


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A eleição de 2014 entrará na história política do Brasil como a mais emocionante e a mais imprevisível desde 1989. Já aconteceu de tudo. No dia 13 de agosto, pouco antes do início da propaganda eleitoral gratuita, Eduardo Campos morreu em um acidente aéreo. Todos se lembram dos acontecimentos. Na primeira pesquisa divulgada após o acidente, Marina estava na frente de Dilma nas intenções de voto em segundo turno. A subida de Marina foi meteórica. Em seguida, ela foi atacada tanto por Dilma quanto por Aécio. A campanha de Dilma procurava colocar em questão a capacidade que Marina teria para governar o país, apontando contradições e seu discurso, recuos, mudanças de posicionamento. A campanha de Aécio afirmava que Marina era, no fundo, uma petista. O objetivo era resgatar o eleitor tucano que havia decidido votar na candidatura do PSB.

A ascensão de Marina foi tão impressionante que, nos primeiros dias de setembro, Aécio e o PSDB tiveram que vir a público negar que ele desistiria de sua candidatura presidencial para concorrer ao governo de Minas. Isso mesmo. A entrada de Marina na corrida eleitoral teve impacto sobre a disputa em Minas. Antes, havia a possibilidade de que o eleitor mineiro votasse maciçamente em Aécio para presidente e em Pimenta da Veiga para governador. O argumento em defesa do candidato de Aécio ao governo de Estado era simples: com um ex-governador no Palácio do Planalto e seu aliado político no governo de Minas, o Estado seria muito favorecido. A subida de Marina, chegando a ultrapassar Aécio nas pesquisas de intenções de voto regionais, jogou por terra esse argumento. Isso ajudou Fernando Pimentel, do PT, a conquistar o governo de Minas.