segunda-feira, 17 de julho de 2017

Lições do mercado de fast fashion para o marketing promocional

por Thais De Vitto   publicado em 14 de julho, 2017 
Assim como as grandes varejistas da moda adotaram o modelo rápido de renovação das roupas e o transformaram em um grande diferencial, o mercado de brindes está começando a trilhar o mesmo caminho. Antecipar tendências e dinamizar estoques deu um novo fôlego ao setor, que começa o segundo semestre mais aquecido e com estimativa de crescimento de 3% em relação a 2016. As fast fashion conhecem como ninguém seus consumidores e não param de estudar suas mudanças de comportamento.

 Tirar proveito desta tendência nas ações promocionais é possível

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terça-feira, 4 de julho de 2017

O marketing nunca mais será o mesmo

Estudo aponta as seis revoluções tecnológicas que alteram (e devem alterar) a forma como marcas e consumidores se relacionam

Luiz Gustavo Pacete – 4 de julho de 2017
pasttofutureNos últimos dez anos, a maneira como as pessoas se informam, consomem e interagem mudou de forma substancial. E, em meio a um processo de transição e do surgimento de novas tecnologias, as marcas, agências e o mercado se perguntam: qual será a próxima tecnologia capaz de alterar mais uma vez as relações humanas?
Um estudo da consultoria de tendências diip, do WPP, dividiu em seis grandes grupos as revoluções capazes de alterar as relações sociais e de consumo nos próximos anos. Algumas, já estão em fase avançada e são familiares ao mercado como a realidade virtual, por exemplo. Ou a inteligência artificial com o avanço de sistemas cada vez mais integrados e inteligentes.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Galpões da crise

“Qual é a sua estrada, homem?” Jack Kerouac

por Francisco Alberto Madia de Souza          publicado em 20 de junho, 2017
Mais adiante, quando a crise conjuntural que devasta a economia brasileira for estancada e o país voltar a crescer, muitas histórias ficarão pelo caminho. Galpões abandonados, decorrentes de entusiasmos desmesurados, que levaram a situações irreversíveis de rendição. Quarta-feira, 4 de novembro de 2015, a imprensa noticiava que a Marcopolo, com quase 40% do mercado de carrocerias de ônibus do Brasil, assumia o controle da Neobus. Empresas vizinhas da cidade de Caixas do Sul. Um ano e pouco antes…
Leia o post completo em: http://grupom.com.br/galpoes-da-crise/

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Há riscos para as eleições de 2018

Por Monica Gugliano – 16/06/2017 – Valor
Alexandre Cassiano/Agência O Globo
Silvana Batini, da FGV: “Atuação do Ministério Público é criticada porque desafia o direito penal, que só protegia uma elite”
A eleição de 2018 corre riscos, alerta a professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) e procuradora regional da República Silvana Batini. Para ela, a decisão do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral na ação contra a chapa Dilma-Temer, na semana passada, demonstrou que o TSE não tem capacidade para coibir abusos e tem dificuldade para punir quando acontecem. “O TSE não fiscalizou e não impediu os comportamentos ilícitos. Deixou que eles prosseguissem e, agora, que ficou evidente e foi constatado que existem, não fez nada”, diz.
Além desse risco, Silvana assinala que o resultado da ação cria uma jurisprudência que pode impedir a punição de outros candidatos por todo o país, estimulando fraudes, desvios e abusos nas eleições. Para ela, o parecer do relator Herman Benjamin foi tão meticuloso, alinhou tantas provas, que deixou claro que os argumentos dos que votaram contra a cassação da chapa não eram sinceros. “Os juízes tiveram que lançar mão de artifícios, de interpretações da lei para chegar a esse resultado. Fizeram isso porque os fatos demonstrados pelo relator são avassaladores e o Tribunal preferiu ignorá-los, em vez de se defrontar com eles e condenar essas práticas”, afirma.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Sun Tzu nunca foi tão atual

“A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota.”

A máxima, de Sun Tzu, é autoexplicativa. O general chinês entendeu, há cerca de 2.500 anos, a importância do planejamento para fazer prosperar qualquer iniciativa: de guerras a empresas. O “conselho” de Tzu, resumido, seria mais ou menos: tenha um objetivo, fundamente bem a sua estratégia, desenvolva táticas e vença – na vida, na guerra e nos negócios.
Falando em negócios, é sempre válido recordar que o ambiente sempre foi marcado pela competição implacável, busca constante pela retração de custos, foco na produtividade e, claro, pela conquista de resultados. Onze em cada dez players (grandes, médios pequenos; do passado ou do presente; online ou off-line) se digladiam por isto. Mas somente alguns conseguiram ou estão, de fato, alcançando o sucesso. São exatamente aqueles que têm planejamento.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Propósito de marca não deve nascer com fim mercadológico

Durante ENA, especialistas alertaram sobre a deturpação da aplicação do propósito no marketing

Karina Julio
8 de junho de 2017
Daniele Tranchini, da agência La Fabbrica (crédito: divulgação)
O marketing foi tomado por uma nova premissa mandatória, o propósito, que virou quase uma regra para as marcas. No Encontro Nacional de Anunciantes (ENA), que acontece nesta quinta-feira, 8, em São Paulo, especialistas falaram sobre a noção de propósito e como trazer esse espírito para as empresas na prática, revertendo a imagem de marca em resultados.
Em um contexto no qual todas as faixas etárias têm uma visão mais crítica do setor privado, espera-se que as marcas busquem soluções reais para problemas da sociedade. Daniele Tranchini, CEO global da La Fabbrica, agência italiana de projetos culturais e sociais,  acredita que há um equívoco das empresas em buscar apenas benefícios de marketing em seu propósito. “O propósito leva à reputação, que leva à preferência do consumidor e por conseguinte às vendas. É isto que motiva os funcionários e os tornam mais leais. É uma estratégia multitarget: se você tem um propósito voltado à crianças, por exemplo, automaticamente fala com os pais, educadores e assim por diante. Mas se for uma fachada e descobrirem, você está morto”, afirmou.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Em propaganda, a emoção funciona melhor

Estudo feito no Reino Unido comprova a abordagem

por Rafael Sampaio          publicado em 06 de junho, 2017
A crença de que a emoção funciona melhor em propaganda do que a abordagem racional é bastante disseminada entre os publicitários e anunciantes mais experientes. Uma comprovação mais bem estruturada surgiu em 2014, com o livro The long and the short of it (Equilibrando estratégias de marketing de curto e longo prazo), que foi publicado pelo IPA (Institute of Practitioners in Advertising) – entidade das agências do Reino Unido – e escrito por Les Binet, chefe de eficácia da adam&eveDDB, e Peter Field, consultor de marketing.