terça-feira, 14 de abril de 2015

Brasil projeta a imagem de um gigante ferido

Por Paulo Vasconcellos – para o Valor, do Rio

prostestos2015aEm 2007, o jornalista inglês Dom Phillips, então com 42 anos, chegou ao Brasil com pouco mais do que as lembranças de infância sobre a seleção brasileira de futebol e algumas viagens de turismo ao país. Como correspondente do “Washington Post”, o principal diário da capital americana e uma das mais importantes publicações dos Estados Unidos, acompanhou o processo de crescimento econômico e de inclusão social, mas, agora, se preocupa com a polarização que domina a cena política e chega às avenidas de muitas cidades.


“Ficou muito claro nas manifestações que a esquerda perdeu a capacidade de ouvir o mercado e a direita perdeu a capacidade de perceber os avanços sociais. O quadro parece pior porque o Brasil já é quatro ou cinco países em um só”, afirma Phillips. “O Brasil é muito complexo e imprevisível.”

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Pobres meninas poderosas

Por Maria Cristina Fernandes
Uma é advogada, outra é médica e a terceira, economista. Duas delas tiveram berço de classe média alta e a outra, uma infância pobre e renegada. Jovens militantes, duas delas foram torturadas pelo engajamento contra a ditadura. Uma viúva católica, duas divorciadas agnósticas, todas tiveram filhos e entraram para a política pela esquerda. As três brigam com a balança e apenas uma ganha.
Sexagenárias, derrotaram outras mulheres para conquistar, pela segunda vez, o governo de seus países.


Cristina Fernández de Kirchner, Verónica Michelle Bachelet Jeria e Dilma Vana Rousseff têm sob seu comando metade da América Latina. 

Adotaram a forma feminina do substantivo que designa seu cargo. Com gestões imersas em crises, assistem à sua popularidade despencar. Cada uma reage à sua maneira. Em comum, partilham da solidão de um poder exercido sem o manto do gênero imaculado que as ajudou a conquistá-lo.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Crise muda perfil dos consumidores

Mercado: Estudo, realizado pela Nielsen, aponta que novo comprador está mais cauteloso e preocupado em pagar dívidas já contraídas

Por Andréa Valerio
Assim como o aumento de renda e a disponibilização de um maior volume de crédito fortalece a classe média, tempos atrás, e geraram novo perfil de consumidor, responsável por impulsionar a economia do país, agora, com a renda corroída pelo aumento de preço e o poder de compra cada vez menor, surge um novo comprador, com atitudes mais planejadas e adequadas a essa nova realidade, que tem como ponto forte a desaceleração do crescimento.

De acordo com o estudo “Mudanças no mercado brasileiro”, realizado pela Nielsen, as pessoas estão precisando se adaptar, já que conquistaram um padrão de consumo que não querem perder. Dos brasileiros, por exemplo, 64% afirmaram que diminuíram o lazer fora do lar para poupar e 13% estão economizando para pagar dívidas atrasadas. A pesquisa também destacou que 32% afirmaram que saúde e qualidade de vida são suas maiores preocupações.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Infográfico explica como anúncios atingem consumidor na internet

Elaborado pela Melt, figura mostra passo a passo da publicidade digital

por propmark


Por que pessoas sentadas lado a lado no mesmo lugar recebem anúncios diferente enquanto navegam pela internet? Com o objetivo de explicar isso, a Melt, primeira DSP da América Latina, criou um infográfico sobre os caminhos da publicidade digital.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Malabarismo Zen

Pesquisa da Discovery indica que mulher multitarefa quer conquistar mais tempo e equilíbrio

Por Bárbara Sacchitiello
M&M201504aObrigadas a desempenhar jornadas duplas e triplas de trabalho, as mulheres começam a se desiludir com a fama de malabaristas e passam a perseguir um estilo de vida com mais tranquilidade, tempo e equilíbrio. Essa é a conclusão da pesquisa Ela: Liberdade, Orgulho, Realização, realizada pela Discovery Home & Health em parceria com a consultoria britânica Jo McIlvenna. Por meio das opiniões de 5,5 mil mulheres da Argentina, Brasil, da Colômbia e do México, o canal procurou mapear as percepções que a mulher contemporânea tem de si mesma.

Entre diversos insights, a pesquisa mostrou que há um abismo entre os mitos que envolvem a figura feminina e a realidade que elas vivenciam em suas jornadas diárias. Para 77% das entrevistadas, a mídia – conteúdo editorial e publicidade – não representa a mulher contemporânea.

Leia o post completo em: http://grupom.com.br/malabarismo-zen/

segunda-feira, 6 de abril de 2015

“Big Data vai solucionar tudo”

VP da Oracle, Kevin Akeroyd destacou a importância de combinar os dados certos com o histórico do consumidor e dentro do contexto correto

por Kelly Dores, de Las Vegas
kevin600
Kevin Akeroyd: “O conteúdo precisa ser utilizado dentro do contexto certo”


“O Big Data vai solucionar tudo, mas é preciso combinar os dados corretos com o histórico do cliente, casado com os comportamentos certos, no contexto correto e em tempo real para oferecer a melhor experiência para o consumidor”, afirmou  Kevin Akeroyd, vice-presidente sênior da Oracle Marketing Cloud, durante o Modern Marketing Experience, que a companhia realiza em Las Vegas até a próxima quinta-feira (2).

quinta-feira, 2 de abril de 2015

ENTENDA COMO HOMENS E MULHERES ESCOLHEM AS FARMÁCIAS ONDE FAZEM COMPRAS

brazil-pham-590x180

Enquanto que as mulheres são mais conscientes do que precisam comprar em farmácias e drogarias, os homens priorizam a praticidade nestes locais de compra. É o que mostrou a recente pesquisa da Mintel publicada no relatório Produtos Farmacêuticos. Um terço das mulheres, 30%, disse ir a diversas farmácias para procurar as melhores promoções, versus 21% dos homens. Estas mulheres são, em sua maioria, jovens adultas entre 16 e 24 anos e mulheres maduras entre 45 e 54 anos.

As jovens representam 34%, em comparação com 24% dos homens da mesma faixa etária. Para 13% destas mulheres, preço baixo é mais importante do que localização conveniente (versus 8% de homens da mesma faixa etária). Ou seja, elas buscam locais de compra que ofereçam produtos mais baratos, talvez por ainda dependerem dos pais e terem que economizar o dinheiro que têm.