sexta-feira, 20 de março de 2015

Depois dos millenials, os edges

Vem vindo uma nova geração. Os edges cresceram num cenário bem mais complexo que os millenials, um mundo em crise econômica e de valores. Um mundo onde as possibilidades se tornaram mais limitadas, os modelos de sucesso não são tão simples, a tecnologia é default

edgeA parte Interactive do SXSW acabou e mesmo no seu último dia ainda tive a surpresa de ver algo novo que ainda não havia surgido nas discussões anteriores, o perfil da nova geração que vai seguir os millenials: a edge.

Os millenials ainda são tema de diversas talks por aqui. Mais que tema, eles são a maioria aqui, como participantes, palestrantes, expositores etc. É a geração que viveu todo o boom tecnológico, valorizou o empreendedorismo, redefiniu valores de trabalho, da economia. Uma geração que cresceu num mundo onde as possibilidades eram infinitas, eles podiam ser tudo, fazer tudo. E muitos fizeram. Todas essas possibilidades trouxeram também algumas questões. Os milleninals são considerados a geração com maior nível de stress, inventaram a crise dos 25 anos(!), e são classificados, por alguns, como takers: pessoas que pegam o que querem e acreditam que tudo deve estar disponível para elas.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Diretor do Google X exalta a importância dos erros na criação de produtos


Astro Teller em keynote do SXSWEm uma concorrida sessão realizada no Hall 5 do Centro de Convenções de Austin nesta terça-feira  (17),  o cientista e escritor Astro Teller – seu nome verdadeiro é Eric Teler – que tem o cargo de Captain of Moonshots do Google X, fez uma das melhores apresentações do programa de Interactive do SXSW 2015.

“Moonshot” é a expressão utilizada par os projetos de inteligência do futuro desenvolvidos na “fábrica” de inovações do Google, chamada Google X. É do laboratório coordenado por Teller que saem projetos como o Google Glass, Loon (sobre balões no espaço), carros inteligentes e o Ara (celulares modulares). Há cerca de dez projetos em desenvolvimento. O Google X é considerado um “laboratório secreto”, mas o próprio Teller admite que ele e o laboratório têm “aparecido” mais ultimamente. Os “moonshots” do Google envolvem projetos que ainda não possuem um modelo de negócios no mercado atual, mas que podem gerar grandes nichos de negócios em médio ou em longo prazo.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Google realiza treinamento em marketing digital no Brasil

O inglês Niall McKinney vai liderar o Mobile Leadership Series

por Claudia PenteadoPublicado Segunda-Feira, 16 de Março de 2015 10:15
McKinney: “o mobile é mais do que marketing, é uma abordagem para todo o negócio”

McKinney: “o mobile é mais do que marketing, é uma abordagem para todo o negócio”Há 96 milhões de brasileiros online e muitos deles estão com a conexão na palma da mão. Um em cada dois brasileiros entre 16 e 34 anos possui um smartphone. Embora muitos anunciantes estejam na vanguarda desse fenômeno, a grande maioria das marcas ainda não possui estratégias mobile verdadeiramente eficazes. Com foco nessa abordagem, o Google oferece nesta semana, para cerca de cem convidados, em São Paulo, o Mobile Leadership Series, um workshop fechado pensado para ajudar os tomadores de decisão nas principais empresas e agências do Brasil a entender as mudanças trazidas pelo mobile e a criar estratégias que os ajudem a aproveitar a oportunidade.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Internet of Things: a informação de consumo será ubíqua


http://grupom.com.br/wp-content/uploads/2015/03/InternetofthingsIDCintelligentsystems_300.jpgDefinida como a “característica do que existe ou está praticamente na maioria dos lugares”, a ubiquidade é associada, em grande medida, à “onipresença”, como a capacidade, antes exclusivamente “divina”, “de estar, ao mesmo tempo, em todos os lugares”. Assim é a internet. Ubíqua e onipresente nas nossas vidas.

A maior prova disso é o despontar do que se convencionou chamar de a “internet das coisas” (Internet of Things – IoF). Tida como o futuro da sociedade, a internet das coisas se propõe a permitir que quaisquer objetos do nosso dia a dia possam interagir com pessoas e com outros objetos, quando conectados à rede. Trata-se, portanto, de uma internet totalmente ubíqua e invisível, permeando absolutamente tudo à nossa volta. Justamente o que alicerça a sua conceituação: “possibilidade de conectar o mundo físico com o mundo digital por meio da web” (segundo o Horizon Report).

quinta-feira, 12 de março de 2015

Treinar antes, quarter e bônus depois

A ideia anacrônica de que treinamento demora, custa caro e não dá resultados imediatos é tão historicamente ultrapassada quanto chamar propaganda de reclame.

11 de Março de 2015 08:42
Por Pyr Marcondes, diretor geral da M&M Consulting

Um dos angustiantes gargalos do marketing digital no Brasil hoje é gente. Falta de. Demanda maior que oferta.

Num mercado que mesmo diante das situações adversas da economia insiste em crescer horizontalmente e se diversificar verticalmente, o marketing digital, em toda a sua diversidade (não é só mídia, é todo o ecossistema de tecnologia, hard e softwares)­ está contratando. No contra fluxo de uma indústria que demite.
Só tá faltando quem.

M&M20150302

quarta-feira, 11 de março de 2015

Adobe Cloud apresenta novas soluções

por Mariana Zirondi, de Salt Lake City

Brad Rencher, vice-presidente de Digital Marketing da Adobe
Brad Rencher, vice-presidente de Digital Marketing da Adobe
A abertura do Adobe Summit 2015 aconteceu nesta terça-feira, em Salt Lake City, em Utah, nos Estados Unidos. Entre os diversos temas debatidos, a experiência do consumidor pode ser apontada como tendência para marketers espalhados pelo globo. Durante a sessão, comandada por Brad Rencher, vice-presidente de Digital Marketing da Adobe, e com a presença do Presidente e CEO Shatanu Narayen, duas novas soluções foram lançadas para o Adobe Marketing Cloud, reforçando sua liderança na venda de marketing na nuvem.

A primeira delas, Adobe Audience Manager, oferece novas informações para gerenciar o tráfego dos consumidores. Isso inclui uma nova Audience Marketplace, para comprar e vender dados anônimos de audiência e identificar os indivíduos de uma família que usam um mesmo dispositivo.

terça-feira, 10 de março de 2015

Dilma e Nixon


http://grupom.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Corel6.jpgNa política americana, e talvez mundial, há a expressão “somente um Nixon poderia ir à China”. Trata-se de uma referência à visita do então presidente dos Estados Unidos Richard Nixon, em 1972, à China plenamente comunista. Nixon era conhecido no seu país como um radical anticomunista. No entanto, mesmo assim ele se reuniu com o secretário-geral do Partido Comunista, restabelecendo relações diplomáticas entre os dois países e reiniciando um lento e contínuo processo de reaproximação. Vale lembrar que se vivia no início dos anos 1970 o auge da Guerra Fria e a China, junto com a União Soviética, era tida como um dos principais inimigos americanos.

Não se trata de um episódio trivial.

Foi justamente o fato de Nixon ser um empedernido anticomunista que permitiu que ele se reaproximasse da China comunista. O motivo é simples. A ideologia de Nixon e o seu compromisso em combater o comunismo era muito sólido e bem estabelecido em sua imagem de líder político. Assim, ele tinha mais do que qualquer outro a autoridade de fazer o que fez. Somente ele poderia liderar a sua base política de direita e persuadi-la de que se tratava de um movimento aceitável. Basta imaginar o oposto. Se um presidente americano de esquerda fizesse a aproximação com a China, ele iria ser imediatamente acusado de querer implantar o comunismo nos EUA. Isso jamais aconteceu com Nixon.

Leia o post completo em: http://grupom.com.br/dilma-e-nixon/