terça-feira, 13 de maio de 2014

52% dos brasileiros fazem compras por impulso

Mais da metade dos brasileiros (52%) assume que já fez pelo menos uma compra por impulso nos últimos três meses. A conclusão é de um estudo realizado nas 27 capitais pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Os itens que os brasileiros mais gastaram desnecessariamente nos últimos 90 dias foram roupas (29%) e calçados (19%), seguidos por eletrônicos/celulares (18%) e perfumes/cosméticos (12%). Dentre as mulheres, a preferência por roupas e calçados é ainda maior: atinge 33% e 19% dos casos, respectivamente.  Do lado masculino, além das despesas com roupas (24%), a aquisição de produtos eletrônicos ganha mais destaque (26%).

A principal justificativa dada pelos consumidores para comprar por impulso são os descontos e promoções, mencionados por metade da amostra (50%). 

Fonte: Adnews

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Carrefour investirá em imóveis comerciais e residenciais em torno de hipermercados

A rede francesa vai aproveitar áreas que já abrigam seus hipermercados para construir, no entorno das lojas, empreendimentos comerciais e imobiliários que aumentem o fluxo de clientes. Segundo Fernando Lunardini, vice-presidente de bens imobiliários do grupo, 170 pontos de venda do Carrefour no Brasil estão sendo avaliados com esse fim, sendo que “uma parte significativa” tem potencial para os projetos.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Ambev vai aumentar o preço das cervejas

Dona das marcas Brahma, Antarctica e Skol, a Ambev terá de aumentar novamente o preço das cervejas que fabrica a partir de junho – mesmo período em que se inicia a Copa do Mundo 2014 no Brasil. A empresa explicou que terá de repassar aos consumidores o novo aumento de impostos sobre as bebidas frias (cerveja, refrigerantes e energéticos), que entra em vigor a partir de 1º de junho.
O aumento de custos e a possível queda das vendas das bebidas deve levar a empresa a investir menos que o previsto para este ano no Brasil. A empresa diz que ainda não sabe de quanto será o repasse de custos nem para que marcas os ajustes serão feitos, pois a ação ainda está sendo analisada.

Fonte: Exame

Supermercados paulistas devem faturar R$ 92 bi em 2014

É o que prevê levantamento feito pela Apas (Associação Paulista de Supermercados). O faturamento do setor no Estado de São Paulo pode atingir R$ 92 bilhões em 2014, o que representará crescimento nominal de 15,1% na comparação com o faturado em 2013, de R$ 79,9 bilhões.

Outro destaque da pesquisa é a criação de novos empregos. Só em São Paulo, o setor emprega mais de 500 mil pessoas e até o fim de 2014, outros milhares serão criados, como avalia João Galassi, presidente da Apas. "A projeção de criação de empregos em São Paulo é de 25 mil empregos."

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Verejo cresce 5,9%

O setor varejista cresceu 5,9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação anual. Em março, o volume de vendas cresceu 5,0%, mantendo o crescimento dos últimos meses. O setor de materiais de construção foi destaque no mês de março e registrou expansão acima das vendas totais. O estudo foi feito pelo SpendingPulse, índice do varejo brasileiro desenvolvido pela MasterCard Advisors.

Fonte: Giro News

terça-feira, 6 de maio de 2014

Supermercados poderão vender consórcios de veículos

É o que propõe Fernando Yamada, presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). A venda do produto financeiro dentro das lojas de supermercado é uma novidade que poderá ser vista a partir deste ano pelos consumidores. De acordo com Yamada, o setor foi procurado pelas companhias do sistema financeiro devido ao grande fluxo de consumidores dentro dos supermercados. 

Conforme antecipa o executivo, seriam instalados nos supermercados quiosques para a venda dos consórcios. "Principalmente de motos. Outro foco são os carros populares", detalha Yamada.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Número de supermercados cai 1,8% em SP

De acordo com estudo da Apas (Associação Paulista de Supermercados), o número de supermercados no Estado de São Paulo caiu 1,8% em 2013. "A maior queda foi em pontos familiares, com até cinco caixas, que têm dificuldades tributárias e sofrem com a concorrência dos mercados de bairro comandados por grandes redes", diz João Galassi, presidente da entidade.

No ano passado, operavam 16,2 mil pontos em São Paulo – 300 a menos que em 2012. Em todo o País, entretanto, surgiram 400 unidades no período, alta de 0,4%.