sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Venda de não-medicamentos cresce 19% nas drogarias

Dentre os produtos mais vendidos, estão, itens de higiene pessoal e recarga de celular

O faturamento das maiores redes farmacêuticas, que representam 55% do mercado, cresceu 13,8% em 2013, para R$ 28 bilhões. Segundo a Abrafarma, os não-medicamentos responderam por 32,5% do total. O comércio desses produtos cresceu 19,2% contra alta de 11,4% dos medicamentos.

De acordo com o presidente da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, a tendência de aumento das vendas desse tipo de produto nas farmácias é registrada há pelo menos sete anos. Dentre os principais produtos que impulsionaram este resultado, estão, itens de higiene pessoal e recarga de celular.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Venda de veículos no Brasil cai 11,7% no primeiro mês do ano

Produção, porém, aumentou em janeiro

A venda de veículos caiu 11,7 % em janeiro, com a comercialização de 312.618 unidades contra 353.843 em dezembro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5/2) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Na comparação com janeiro do ano passado, houve alta 0,4 %.

A produção de veículos teve aumento de 2,9 % em janeiro, ao chegar a 237.491 unidades. Em dezembro, o número ficou em 230.892. Na comparação com janeiro do ano passado, houve diminuição de 18,7%.

As exportações registraram queda de 40,5 %, com 25.779 unidades comercializadas no mercado externo. Em janeiro de 2013, foram 36.233 unidades.


(Agência Brasil)

Higiene Pessoal e Beleza lidera investimentos publicitários

Setor Farmacêutico quase dobrou sua verba em publicidade

O ranking de investimento publicitário de 2013 mostra o setor Comércio e Varejo ainda na liderança, porém agora seguido por Higiene Pessoal e Beleza, que atingiu R$ 11 bilhões o que representa um crescimento de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O segmento foi impulsionado, principalmente, pela Unilever e Genomma, que ocupam a primeira e terceira posição na lista dos maiores anunciantes, de acordo com pesquisa do IBOPE Media.


Segundo o estudo, que monitora mensalmente os investimentos das categorias de produtos nos principais meios de comunicação e tem como base a tabela de preços dos veículos (sem considerar os descontos), o setor Farmacêutico quase dobrou sua verba em publicidade.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Mercado deve buscar novos anunciantes

“Há uma economia invisível, das classes C e D, que não conhece os benefícios da indústria da comunicação”

Em matéria publicada hoje, 05, no jornal O Popular, o presidente do Grupo Jaime Câmara, Cristiano Câmara, lembrou que há uma economia emergente, formada por pequenos empreendedores em crescimento. Muitos estão em bairros periféricos da capital, mas com atividade comercial pujante. “Há uma economia invisível, das classes C e D, que não conhece os benefícios da indústria da comunicação.” Segundo ele, é preciso criar alternativas viáveis para que esses empreendedores possam utilizar a publicidade para impulsionar seus negócios. 

O assunto foi discutido ontem durante uma homenagem que a Associação Brasileira das Agências de Publicidade em Goiás (Abap-GO), Fórum Permanente da Indústria da Comunicação de Goiás (Forcom) e o Sindicato das Agências de Propaganda de Goiás (Sinapro) prestaram aos 75 anos do POPULAR e aos 50 anos da TV Anhanguera, comemorados no ano passado.

Fonte: O Popular


Consumidor busca produtos mais caros e está menos fiel à marca

As despesas de marketing e comercialização deverão continuar a aumentar, e varejistas precisarão se adaptar a novos formatos de demandas.

A pesquisa do Credit Suisse sobre tendências de consumo na América Latina, segunda região que mais vai contribuir para a expansão global da classe média, mostra que a mobilidade social não só está resultando em mudança no consumo, como gradualmente em mais sofisticação nos padrões de compra. E o resultado é que as despesas de marketing e comercialização das companhias deverão continuar a aumentar, e varejistas precisarão se adaptar a novos formatos de demandas.

Para o Credit Suisse, o Brasil é um bom exemplo. Famílias com até US$ 3 mil de renda anual limitam suas compras a um pouco mais de suas necessidades básicas. Mas quem ganha entre pouco mais de US$ 3 mil e US$ 15 mil, ou 59% da população, a busca por produtos com valor agregado vem aumentando. Ou seja, o consumidor brasileiro compra não apenas mais aparelhos de TV ou refrigeradores, e sim produtos mais caros como televisores de telas grandes e com mais opções.

A pesquisa do banco suíço mostra que só uma pequena porção dos consumidores preferem uma única marca de produto. Entre 33 categorias de produtos pesquisadas no Brasil, a parcela de consumidores leais a uma marca ficou acima de 50% apenas em oito categorias. Entre os que mostraram mais propensão a mudanças, o preço foi a principal razão em apenas cinco categorias de produtos.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Empresas de eletrônicos deixam de produzir itens

"O fabricante percebe que uma mercadoria está mais prejudicada e contrata uma empresa no exterior para produzir esse item com a marca dele"

Quase metade dos fabricantes brasileiros de eletroeletrônicos, 49%, deixou de produzir algum item nos últimos três anos por causa da falta de competitividade.O dado é de sondagem da Abinee (entidade nacional que reúne a indústria) feita com seus associados. "O fabricante percebe que uma mercadoria está mais prejudicada e contrata uma empresa no exterior para produzir esse item com a marca dele", diz Humberto Barbato, presidente da associação.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Boleto supera cartão de crédito e se torna principal fonte de atrasos

Na maioria dos casos, as dívidas foram feitas para comprar móveis e eletrodomésticos

Segundo análise, 31% dos atrasos no quarto trimestre de 2013 foram de dívidas contraídas com carnês. Os cartões representaram 25% do total. Na maioria dos casos, as dívidas foram feitas para comprar móveis e eletrodomésticos e não foram pagas porque o devedor perdeu o emprego. No final de 2012, a principal fonte de inadimplência era o endividamento com cartão, 28% dos casos. Os carnês representavam 26% dos atrasos.

"Por causa de o juro do cartão ser mais alto, as pessoas têm evitado usar. Temos notado uma evidente evolução na maturidade do consumidor", afirma o diretor da Boa Vista Serviços, empresa de informações financeiras, Fernando Cosenza.