terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Inadimplência anual do consumidor registra a primeira queda em 14 anos

O índice encerrou o ano de 2013 com queda de 2,0%

A inadimplência do consumidor encerrou o ano de 2013 com queda de 2,0%, na comparação com o ano anterior. É o primeiro declínio no acumulado anual registrado pelo indicador desde o início da sua série histórica, em 2000. Na variação anual – dezembro de 2013 contra o mesmo mês de 2012 – o indicador também caiu 6,5%, sendo esta a sétima queda mensal consecutiva na comparação interanual, aponta estudos da Serasa Experian.

Segundo economistas, a manutenção de baixas taxas de desemprego ao longo de 2013, o maior rigor na concessão de crédito por parte das instituições financeiras e a maior preocupação dos consumidores em quitar suas dívidas em vez de assumirem novos financiamentos, impulsionaram o recuo da inadimplência durante o ano passado.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Taxa de desemprego cai menos no Centro-Oeste

Na região Centro-Oeste a queda na desocupação foi de 6%, enquanto no País, redução foi de 7,4%

A taxa de desocupação da economia brasileira ficou em 7,4% no segundo trimestre de 2013. O índice ficou 0,6 ponto percentual abaixo da verificada no trimestre imediatamente anterior, que registrou taxa de desocupação de 8%. A quantidade de pessoas empregadas no segundo trimestre atingiu 90,6 milhões, montante 1,2 milhão acima do registrado nos três primeiros meses do ano passado.

No Centro-Oeste a taxa de desocupação caiu menos que no País (6%). Na região é possível ver que quanto maior o grau de instrução, menor é o desemprego. No segundo trimestre de 2013, o maior percentual de pessoas ocupadas no Centro-Oeste está na faixa etária de 25 a 39 anos de 40,5%, destes 28,8% tem ensino médio completo e 72,6% trabalham como empregados. Apenas 4,5% são empregadores e 21% trabalham por conta própria.

Segundo o IBGE, essa mudança no perfil da pesquisa ocorreu por uma demanda da sociedade que pedia informações mais exatas da realidade e um retrato mais fiel do mercado de trabalho.

Pequenos perdem mais com produtos vencidos e furtos

Falta de controle e alta rotatividade de profissionais reduzem o lucro dos menores; perda cresce no verão

Pequenos supermercados perdem 6,7% do faturamento por problemas com produtos. No grande varejo, esse índice é de 1,95%. É o que aponta pesquisa recente feita pelo Provar (Programa de Administração do Varejo da Fundação Instituto de Administração), os dados são relativos a 2012 e divulgados no fim do ano passado. Foi a primeira vez que pequenas lojas foram incluídas no levantamento.

Ainda segundo o estudo, durante o verão, as perdas no varejo relacionadas a produtos perecíveis, como frutas, verduras e carnes, são ainda maiores. O vencimento de produtos é, geralmente, o grande problema que afeta o desempenho dos lojistas.

Baixa renda liderou procura por crédito em 2013

O crescimento foi de 8,4% para os consumidores que recebem até R$ 500 mensais

Os consumidores de menores rendimentos mensais lideraram a expansão da demanda por crédito no acumulado do ano de 2013. O crescimento foi de 8,4% para os consumidores que recebem até R$ 500 mensais e de 3,7% para aqueles que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 por mês. Já a quantidade de pessoas que buscou crédito cresceu 1,8% no acumulado do ano de 2013 comparativamente ao ano de 2012. 

Foi o segundo ano consecutivo de fraco desempenho da demanda do consumidor por crédito, já que, em 2012, o índice já havia recuado 3,1% em relação a 2011. 



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Governo propõe a inclusão de medicamentos similares no setor


A expectativa do governo é que seja ampliada a oferta de remédios a preços mais baratos para o consumidor

Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje (17) no Diário Oficial da União consulta pública que propõe a inclusão de medicamentos similares como mais uma opção aos medicamentos de referência ou de marca, como já ocorre com os genéricos. A expectativa do governo é que a proposta, se aprovada, amplie a oferta de remédios a preços mais baratos para o consumidor. Ainda de acordo com o texto, os medicamentos similares deverão incluir em suas embalagens o símbolo EQ, que significa equivalente.

Gastos com materiais escolares aumentam em 5,1%



Vendas devem somar R$ 14,4 bilhões

Neste e no próximo mês, os gastos dos brasileiros com material escolar permitirão que as vendas somem R$ 14,4 bilhões, crescendo 5,1% sobre os R$ 13,7 contabilizados no ano passado, aponta Pesquisa do instituto Data Popular. A classe média responderá por R$ 6 bilhões dos gastos, ou 42% do total. Mesmo numericamente maior, fica atrás da faixa de renda mais alta, responsável por R$ 6,2 bilhões (43%). As classes com menor renda salarial gastarão R$ 2,2 bilhões, correspondente a 15% do total.

A região Sudeste deverá ser a principal consumidora desses itens, contribuindo com 52% do valor. Nordeste, com 21%, e Sul, com 13%, vêm atrás, seguidos por Centro-Oeste (8%) e Norte (6%).

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

IBGE: vendas no varejo brasileiro sobem 0,7% em novembro


As vendas no varejo brasileiro cresceram 0,7% em novembro ante outubro e subiram 7% por cento sobre um ano antes, informou hoje (16) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.